Diário de hábitos

Pequenos gestos que mudam a forma como o dia se sente

Não se trata de grandes transformações. Trata-se de notar a luz da manhã, de tirar o telemóvel do sofá, de olhar pela janela um pouco mais tempo. Este é o meu registo de tentativas, erros e descobertas no quotidiano.

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O que ando a explorar

Cinco temas que se repetem nos meus dias e sobre os quais escrevo com calma e honestidade.

Ecrãs & atenção

Pausas do ecrã: como transformei pequenos intervalos numa rotina

Descobri que não precisava de grandes regras. Bastava um lembrete simples e a disposição para levantar o olhar. Aqui conto o que funcionou (e o que não funcionou) ao longo de vários meses.

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Luz & casa

Luz natural e o ritmo do dia

Como a disposição dos espaços e a forma como a luz entra mudaram a minha sensação de tempo. Pequenas decisões de mobilidade e cortinas.

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Cozinha

Alimentos que comecei a escolher com mais atenção

Não é uma lista de regras. É um registo do que passou a aparecer mais vezes no meu cesto e porquê.

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Movimento

Olhar ao longe: o hábito de sair sem o telemóvel

Sair à rua e deixar o ecrã em casa. O que acontece quando o horizonte volta a ser o ponto de referência.

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Noite

O meu ritual do entardecer

Como reduzi o brilho e a informação antes de dormir e o que isso trouxe para as manhãs seguintes.

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“O que mais me surpreendeu não foi a ausência de ecrãs. Foi a forma como o tempo passou a ter textura outra vez.”
— Susanne Boer

Quem escreve estas linhas

Chamo-me Susanne. Nasci e cresci nos Países Baixos. Há alguns anos mudei-me para Portugal e, com a mudança de luz e de ritmo, comecei a prestar atenção a coisas que antes me passavam ao lado. Este site é o meu caderno aberto: sobre hábitos, sobre o que funciona no dia a dia e sobre a tentativa constante de viver com um pouco mais de presença.

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Porquê escrever sobre isto?

Porque a maior parte das mudanças que realmente se mantêm não começam com planos ambiciosos. Começam com um gesto repetido. Uma pausa. Uma janela aberta. Um caminho sem fones. Eu escrevo para lembrar-me a mim mesma e, se alguma coisa ressoar contigo, fica o convite para experimentares também — sem pressão e sem fórmulas.

Todos os textos são reflexões pessoais. Não substituem o aconselhamento de profissionais de qualquer área. São apenas o registo de uma pessoa que tenta viver com um pouco mais de atenção.

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